segunda-feira, setembro 12, 2005

mrf formiga rabiga

E por aqui ando de aqui para acoli, apressada e ressabiada de dedos cheios de tudo e de nada, armada aos cucos como me convêm, em misto despiste de desdém à espera de algo que nunca vem, em que sentada na esplanada a ver o mar observo um alguidar a flutuar, onde me apetecer embarcar, só para ver as ondas crescer em alma cercada de muralhas pedras quentes…
...e alguém que me conheça me atire ao mar que eu direi apenas que me empurraram…

6 comentários:

  1. formiguinha jp, tu deixa-te dessa conversa. a gente já sabe que se esforça à brava e depois aparece um pezão que nos desfaz sem dar por nada. mas as folhinhas com que nos deliciamos e as picadinhas que fizémos nos traseiros redondos que nos ameaçaram, já cá cantam! a vidinha é mesmo uma canseira mas eu acredito mesmo em pacotes de açucar. a gente nem quer acreditar mas quando menos esperamos, encontramos um! OUVISTE?

    e olha que já estamos na segunda-feira, não há cantigas de cigarra...

    beijo grande

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  2. OUvi sim, mãezinha ;-)
    Mas deixa-me lá cantar a história do alguidar, que os meus dias de cigarra não coincidem com os dos demais

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  3. e MRF.. sou mais de edulcorantes, (cada um de nós tem uma falha) B-)

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  4. Então num apetece?!
    Quem me dera que me dessem também um empurrão, que não me queixava, não!

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